João Pessoa: 22 de julho de 2024

Paraíba é o melhor Estado do Nordeste na relação receita versus despesa; Sergipe é 2º e Maranhão 3º

Publicado em: 29 de fevereiro de 2024

Portal WSCOM

A Paraíba foi, em 2023, o Estado que obteve o melhor desempenho no indicador da relação de receitas correntes versus despesas correntes da Região Nordeste e o 3º mais bem avaliado do País. Sergipe ficou em 2º na região, e o Maranhão em 3º.

É o que mostram os números compilados pelo Compara Brasil, da Aequus Consultoria, com base nos dados primários da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

No Estado da Paraíba, o comprometimento de receita ficou em 85,3%, ou seja, obteve uma margem de poupança de 14,7%, que na comparação com os nove Estados do Nordeste mostrou liderança no indicador de ‘Poupança Corrente’, obtendo o terceiro melhor desempenho do País entre as 26 unidades da federação e o Distrito Federal.

Ranking do País

O ranking nacional mostra que Espírito Santo (17,5%), Mato Grosso (14,9%) e a Paraíba (14,7%) tiveram os melhores desempenhos na relação receitas correntes versus despesas correntes no ano passado, indicando a média de ‘Poupança Corrente’ do Estado.

O estudo mostra ainda que apenas dez unidades da federação ficaram com uma poupança acima dos 10%. A Paraíba com 14,7%, de margem de poupança, registrou o dobro da média nacional (7%).

Saúde Financeira do Estado

O economista responsável pelo Compara Brasil,  Alberto Borges, explicou “que o ‘Indicador de poupança Corrente é uma medida fundamental  para avaliar a saúde financeira de um ente, seja ele País, Estado ou Município. Este indicador mede a capacidade do Estado gerar poupança a partir das suas receitas correntes. Um resultado positivo indica que o ente está economizando parte de suas receitas, enquanto um resultado negativo revela que suas despesas correntes excedem suas receitas, resultando em déficit”, acrescentando que o indicador quando positivo atesta equilíbrio fiscal do ente.

Por outro lado, o economista afirma ainda que quando Estados têm relação de receitas despesas correntes apertadas ou deficitárias “enfrentam restrições na capacidade de investimento, que pode levar atrasos no pagamento de fornecedores e servidores”. É justamente o inverso do que está acontecendo na Paraíba nos últimos anos.

Gestão fiscal

O secretário de Estado da Fazenda, Marialvo Laureano, explicou que a divulgação de mais um indicador positivo da gestão fiscal da Paraíba reflete porque nos últimos três anos seguidos o Estado é “Conceito A” na Capacidade de Pagamento (CAPAG A) da Secretaria Nacional do Tesouro Nacional e se mantém um Estado equilibrado nas contas públicas sem deixar de lado os investimentos com recursos próprios.

Contas em dia

Segundo o secretário da Fazenda paraibano, o indicador da poupança corrente corresponde à relação entre despesas correntes e receitas correntes ajustadas.

Na prática, isso demonstra que o Estado da Paraíba alcançou uma gestão fiscal equilibrada e uma forte capacidade de investimento.

“A Paraíba permanece absolutamente em dia com a folha de servidores, fornecedores, pagamento de precatórios, previdência, o serviço da dívida e outras obrigações”, declarou o secretário da Fazenda.

Capacidade de Investimento 

Marialvo Laureano avaliou ainda que “essa capacidade de gerar recursos e obter uma poupança corrente fortalecida garante ao Governo a Paraíba uma excelente capacidade de investimento.

É o que já estamos experimentando nos últimos anos aqui no Estado com os investimentos estruturantes e o que é melhor com recursos próprios nas áreas hídricas, de rodovias estaduais e pavimentação de cidades, Porto de Cabedelo, nos aeroportos, nos hospitais estaduais, no Centro de Convenções de Campina Grande, na Ponte do Futuro que ligará Lucena com as demais cidades da Região Metropolitana e dezenas de outras obras espalhadas por todos os municípios da Paraíba”, atesta.

De acordo com ele, os resultados vem sendo obtidos desde 2019 pelo Governo da Paraíba, melhorando o ambiente de negócios no Estado, com geracão de emprego e renda, um  desenvolvimento econômico e social para o Estado,  acrescentou o secretário.

 

 

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